Cachoeirinha pode ganhar uma escola cívico-militar
Prefeito interino esteve em Brasília e conversou com o vic-presidnete Hamilton Mourão
Cachoeirinha – O prefeito Cristian Wasem esteve em Brasília na semana passada fim de buscar melhorias e investimentos para o município. Em reunião com o vice-presidente, Hamilton Mourão, tratou sobre a possibilidade de implantar uma escola cívico-militar em Cachoeirinha.
“É preciso avaliar a possibilidade logística, providenciar a documentação e remeter ao Ministério da Educação. Estamos estudando a possibilidade de a escola cívico-militar ser instalada onde atualmente é a Emef Natálio Schlain”, revelou.
Em reunião com o deputado federal Giovani Feltes, que destinou recursos ao município para desenvolver novas ações em Saúde, falou sobre a ampliação do atendimento para as pessoas que tem Fibromialgia. Foi discutida a possibilidade de criação de um Centro de Tratamento da Dor em Cachoeirinha, para atender quem sofre com a doença e outras que estejam correlacionadas.
O prefeito durante seu mandato de vereador, em parceria com o grupo Gente de Fibro, ajudou na aquisição de um equipamento criado pela USP que anemiza em até 90% a dor dos portadores da doença. Agora existe a oportunidade de ser utilizado pela rede pública municipal.
Além disso, o prefeito realizou uma visita ao deputado federal Pompeo de Mattos, onde também foi solicitada uma emenda parlamentar para a área da saúde.
O que é uma escola cívico-militar?
O modelo cívico-militar é diferente do modelo das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas. De acordo com o MEC, as Secretarias estaduais de Educação continuariam responsáveis pelos currículos escolares e caberia aos militares a atuação como monitores na gestão educacional.
Para participar do programa, as escolas devem ter entre 501 a mil matrículas nos anos finais do Ensino Fundamental e Médio; atender aos turnos matutino e/ou vespertino; ter alunos em situação de vulnerabilidade social; desempenho abaixo da média estadual no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica; e contar com a aprovação da comunidade escolar, por meio de consulta pública presencial ou eletrônica.


