Secretário de Saúde busca recursos para programas e serviços em Brasília - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
Buscando recursos para cidade - Foto: Divulgação/PMG

Secretário de Saúde busca recursos para programas e serviços em Brasília

Município poderá garantir um aporte de mais R$ 7 milhões, qualificando ainda mais os serviços

Gravataí – O secretário municipal de Saúde Régis Fonseca esteve reunido, nesta quarta-feira, (09) em Brasília, com técnicos da Coordenação Geral de Urgências do Ministério da Saúde (MS), tratando dos processos de habilitação e qualificação das UPAS Moises Eli Magrisso (das Moradas) e Abílio Alves dos Santos (da parada 74). “Gravataí investe hoje 21,45% em saúde, ou seja, bem acima dos 15% previstos em lei, apesar de todas as dificuldades de restrição orçamentária”, observa Régis.

As duas UPA’s têm um custo hoje de R$ 23,73 milhões, sendo R$ 1,2 milhão do Estado, R$ 1,2 milhão do governo federal e R$ 21,33 milhões do Município. Com os repasses da elevação de nível das UPA’s, o Município conseguiria reduzir seu aporte para R$ 17 milhões, podendo redirecionar esses recursos para outras áreas.

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Em outra agenda no MS, na Secretaria de Atenção Primária em Saúde, o secretário solicitou brevidade na liberação de recursos para o custeio de sete equipes da Estratégia de Saúde da Família e seis Equipes de Atenção Primária. “Se o nosso pleito for atendido, isso representa um aporte de R$ 161 mil para esse que é um dos principais programas da saúde no Município, justamente por trabalhar na prevenção”, ressalta o secretário.

“Estamos pleiteando junto ao Ministério da Saúde um montante de quase R$ 7 milhões anuais, que hoje o governo municipal tem aportado para garantir o funcionamento dos serviços. Em um ano de despesas extraordinárias, em razão da pandemia, tais valores são de suma importância para Gravataí”, afirma o secretário.

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Além dos referidos serviços, o município tem garantindo 90% do custeio do Hospital de Campanha e 100% dos Leitos de Enfermaria Covid. Destaca-se, ainda, a ampliação dos leitos de UTI covid, cujo custeio é rateado com o Ministério da Saúde, e demais investimentos municipais visando à aquisição de insumos específicos para o enfrentamento à pandemia.

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