Comitê Gravatahy elege nova presidência - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
A votação foi feita durante a reunião virtual - Foto: Divulgação

Comitê Gravatahy elege nova presidência

Esta será a quinta vez que o geólogo Sérgio Cardoso assume a presidência do Comitê Gravatahy

Gravataí – Nos próximos anos a água, obrigatoriamente, estará no centro das discussões que envolvam o desenvolvimento e a própria dignidade da população no Vale do Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre. E para liderar estes debates, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Gravatahy tem nova gestão a partir desta terça (8).

Em reunião do Comitê na tarde desta terça-feira (08), o geólogo Sérgio Cardoso assumiu a presidência, como representante da Associação Sul-Brasileira de Geólogos, na chapa que terá como vice-presidente o engenheiro agrônomo Cláudio Fioreze, representante do Instituto Federal Rio Grande do Sul (IFRS), Campus Viamão.
A chapa vencedora foi eleita por aclamação. “O nosso principal objetivo nesta gestão será o de chegarmos a 100% de implantação das outorgas de captação de água subterrânea e superficial, e lançamento de efluentes na bacia do Rio Gravataí nos próximos dois anos. Para isso, temos como referência valorizar o Sistema de Outorgas (SIOUT) já existente, e que ainda enfrenta problemas com a desinformação. Nosso papel como comitê é levar o conhecimento sobre o uso consciente e equilibrado da água a todos os setores e usuários envolvidos neste processo”, diz Sérgio Cardoso.

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Esta será a quinta vez que o geólogo assume a presidência do Comitê Gravatahy. Desta vez, ele terá consigo a presença do professor Fioreze, que representa uma das principais instituições acadêmicas da região, envolvida diretamente com a temática da gestão da água na bacia do Gravataí. A temática das outorgas encontra-se em um momento chave. Em plena crise hídrica, ter dados concretos sobre o número de usuários e os volumes outorgados para uso de água e lançamento de efluentes de cada um é fundamental.

E nesta discussão, está, por exemplo, a necessidade de regularização de poços artesianos, inclusive utilizados no abastecimento público. Há ainda no horizonte das discussões necessárias dos próximos dois anos no Comitê o possível processo de privatização da Corsan.

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