CACHOEIRINHA

Vakinha para salvar a vida de Alice ainda no útero

Casal de Cachoeirinha luta para fazer cirurgia intrauterina e corrigir espinha bífida em sua primeira filha

Cachoeirinha – Há 10 anos juntos, entre namoro e casamento, o casal Diulia knevitz Teixeira, 23 anos, e Cleiton de Quadros Oliveira, 27 anos, moradores do bairro Chácara das Rosas, esperavam ansiosamente pelo dia em que gerariam seu primeiro filho. As tentativas foram muitas até que, em março deste ano, receberam a notícia da gravidez.

Segundo Daiana Cardoso, cunhada de Diulia, a alegria do casal era visível e o momento de grande felicidade. “Como estão há muitos anos juntos, o sonho de ter um filho era grande. Tudo corria bem com a gravidez até que uma ecografia mostrou que havia problemas com a bebê”, conta.

Ecografia morfológica mostrou que Alice tem Mielomeningocele (espinha bífida)

O casal reuniu o que tinha para pagar uma ecografia morfológica e descobrir o que realmente havia de errado com a filha. “Foi quando um especialista nos informou que a Alice tinha espinha bífida e que para ela ter uma vida saudável e normal, sem precisar depender de sondas e poder caminhar, era preciso fazer uma cirurgia de correção, com ela ainda na barriga”, explica Daiana.


Sensibilizado com a história do casal, o especialista conseguiu que a cirurgia para corrigir a Mielomeningocele (espinha bífida) fosse realizada gratuitamente em São Paulo, único local no país que faz tal procedimento. “A cirurgia custaria entorno de 50 mil reais, mas ele conseguiu que um cirurgião fizesse. Como ela precisa acontecer até a 25ª semana de gestação, começamos a correr contra o tempo”, conta a cunhada.

O casal viajou para São Paulo às pressas, pois a cirurgia está marcada para esta terça-feira (18). Por mais que a cirurgia saia de graça, eles não possuem recursos para se manterem em São Paulo o tempo necessário. Foi então que Daiana criou uma Vakinha online para arrecadar fundos e ajudar nas despesas. “A Diulia trabalhava em uma indústria de plástico aqui da cidade e o Cleiton era vigilante. Ela precisou deixar o trabalho e ele colocou um colega para cobrir sua função enquanto estiver em São Paulo. Isso tudo foi necessário, pois era o único jeito de salvar a vida da Alice. Por isso estamos fazendo esta campanha para arrecadar fundos e cobrir as despesas enquanto estiverem por lá”, desabafa Daiana. Para contribuir e ajudar o casal, acesse o link Vakinha para Alice.

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