Procurado pela Interpol e acusado de latrocínio em Gravataí é preso em SC

O homem, natural da Argentina foi capturado na tarde desta terça-feira (17) em Florianópolis
Uma ação conjunta da Polícia Civi do RS e a Interpol na tarde desta terça-feira (17), em Florianópolis, em Santa Catarina, resultou na prisão preventiva de um homem, de 49 anos, em cumprimento a mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória definitiva, expedido pela prática dos crimes de latrocínios. O preso, argentino, foi acusado e condenado por diversos crimes de roubo, cometidos na Argentina.
Conforme as investigações da Polícia Civil, a partir da expedição de mandado de prisão pela justiça Argentina, o alvo fugiu para o Brasil onde, com um nome falso, deu continuidade aos seus crimes de roubo, especialmente de veículo e à residência, motivo pelo qual foi incluído na lista de procurados pela Interpol. No Brasil, desde o final da década de 90, foi alvo de diversas investigações por crimes de roubo, sendo dois latrocínios cometidos nas cidades de Gravataí, no ano 2000, e em Igrejinha, no ano de 2014, tendo sido expedido, em abril de 2019, mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória definitiva, cominando uma pena de 30 anos de reclusão. Além do mandado de prisão, o capturado se encontrava na condição de foragido do sistema prisional gaúcho desde fevereiro de 2017, quando fugiu do Instituto Penal de Canoas, onde cumpria pena no regime semi-aberto.
As autoridades argentinas e a Interpol solicitaram apoio da Delegacia de Capturas do DEIC/RS, para que o alvo finalmente pudesse ser localizado e preso, frente ao interesse de realizar sua extradição. Após meses de diligências, os policiais da Decap/Deic descobriram que o alvo teria fugido para o estado de Santa Catarina, onde estaria se escondendo, tendo sido realizada a presente ação policial nesta terça-feira, finalmente logramdo-se êxito em localizar e realizar a prisão do alvo. O preso está sendo conduzido para o Departamento Estadual de Investigações Criminais do estado do Rio Grande do Sul, para a realização das formalidades legais concernentes a sua prisão, de onde seguirá para o sistema prisional gaúcho e ficará à disposição da Interpol e da justiça brasileira.
O Delegado Arthur Raldi destaca a extrema importância da parceria da Polícia Civil gaúcha com a Interpol brasileira, a qual, assim como em outras prisões de alvos brasileiros escondidos em solo estrangeiro, realizadas anteriormente, não mediu esforços para prestar todo auxílio necessário para que fosse possível a realização desta importante prisão.







