ESTADO

Movimento parabeniza Governo do Estado e cobra duplicação da RS-118

Em nota, o Movimento RS-118 Sem Pedágio elogia o Governo pelo anúncio da duplicação da estrada Caminho do Meio, em Viamão, e considera injustificável a demora no projeto e obra da rodovia

O Movimento RS-118 Sem Pedágio parabenizou o Governo do Estado pelo anúncio da duplicação a estrada Caminho do Meio, em Viamão, e ao mesmo tempo cobrou a duplicação do trecho de 16 quilômetros da rodovia estadual entre Alvorada e Viamão. A manifestação aconteceu por meio de uma nota divulgada na noite desta terça-feira (15) pelo coordenador do Movimento, Darcy Zottis.

“Reforçamos a urgente necessidade da duplicação da ERS-118 e sem qualquer formato de pedágio em toda sua extensão, o que já foi confirmado pelo governador. Restam apenas 16 km compreendidos entre a ERS-040 e a freeway (BR 290), por isso a necessidade de atenção especial para esta rodovia urbana, de tráfego pendular, diário e doméstico, que corta seis municípios da região metropolitana da Capital, e é de fundamental importância para todos os gaúchos”, escreveu.

O tráfego na rodovia, conforme o Movimento, tem se tornado complexo e perigoso. A ERS-118, que foi corredor humanitário na enchente de 2024, está lento e sobrecarregado em qualquer horário. “Os constantes engarrafamentos iniciam no trevo de acesso de Alvorada e têm causado atrasos, desgaste aos motoristas, e muitos acidentes com danos materiais, pessoais e vítimas fatais.”

Ainda conforme a nota, há recursos disponíveis para a obra de duplicação e eles estão depositados no Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), o que “torna inaceitável” o atraso na elaboração do projeto e execução da obra, “de baixa complexidade”, pois a região tem topografia plana.


“Está faltando vontade política do governo do Estado para finalizar a duplicação?”, questionou o Movimento. A ERS-118, segundo ele, é o maior gargalo logístico do Estado. “A RS-118 tem fundamental importância para o desenvolvimento econômico e social de dois municípios que estão entre os mais pobres e carentes do RS, conhecidos como cidades-dormitório.”

Conforme o Movimento informou na nota, 50 mil moradores de Alvorada e 90 mil de Viamão saem diariamente dos municípios para trabalhar. “São municípios carentes de empregos e empresas, com altos índices de criminalidade e baixos de desenvolvimento, saúde e educação. Basta a autorização do governo do Estado para o início da elaboração do projeto e execução da obra, pois os recursos estão no caixa. Queremos que o governador tenha a sensibilidade política, social e econômica, e trabalhe pelo interesse dos gaúchos. É injustificável esta demora.”

Artigos relacionados

error: Não autorizamos cópia do nosso conteúdo. Se você gostou, pode compartilhar nas redes sociais.