Homem é preso em flagrante durante Operação Union em Gravataí
Durante às buscas, em um sítio em Gravataí, os policiais terminaram encontrando dois revólveres calibre 32 e 38 que estavam com o homem, que foi preso
Gravataí – A Polícia Civil desencadeou na manhã desta quarta-feira (26), mais uma fase da Operação Union em Gravataí. Nesta fase tem como objetivo a busca de outras provas e elementos, além das que já constam no pertinente inquérito policial, sobre investigação da prática dos crimes de organização criminosa, licitatórios, delitos contra a administração pública e lavagem de dinheiro.
De acordo com os Delegados Marcus Viafore e Vinicios do Valle, esta fase, que compreendeu o cumprimento de 4 mandados de busca e apreensão, dois na data de 10 de maio, em um escritório e em um restaurante na cidade de Porto Alegre, e outros 2 hoje, em um sítio na Costa do Ipiranga em Gravataí, o local seria de um dos líderes de uma organização criminosa e na casa de um suspeito em Alvorada, o qual representava mais uma empresa do mesmo grupo econômico investigado, em um mesmo pregão. Foram apreendidos computadores, telefones celulares e documentos relacionados ao caso. Também foi preso em Gravataí, um homem em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, pois estava na posse de dois revólveres de calibre 38 e 32.
No sítio, os policiais civis encontraram pássaros silvestres em situação irregular, um deles, inclusive, ameaçado de extinção Na ocasião, foram apreendidos computadores, celulares e documentos relacionados ao caso. Também foi preso em flagrante um homem pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, porque estava na posse de dois revólveres de calibre 38 e 32.
Operação Union

A Operação Union foi realizada pela Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público do RS, e com a cooperação institucional da Contadoria e Auditoria Geral do RS, Polícia Federal e Procuradoria Geral do Estado. A operação tem como intuito aprofundar investigações relacionadas às condutas de crimes licitatórios, crimes contra a administração pública, ordem econômica, ordem tributária, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O alvo é um grupo econômico criminoso atuante no Rio Grande do Sul na exploração do mercado de prestação de serviços de vigilância patrimonial privada, limpeza, portaria e similares.
Na sua primeira fase, mais de 500 policiais civis, com agentes do MP/RS, policiais federais, e auditores da CAGE/RS cumpriram 230 ordens judiciais, dentre as quais prisões preventivas, buscas e apreensões, afastamentos de sigilos bancário, fiscal e econômico, medidas cautelares de congelamento patrimonial consistentes em bloqueio de contas bancárias, indisponibilidades de veículos, avaliados em R$ 2 milhões de reais e de imóveis avaliados em R$ 9 milhões de reais. A investigação foi realizada pela 2ª Delegacia de Polícia de Combate à Corrupção/Deic e pela Delegacia de Polícia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro/Deic
Matéria atualizada em 26/05/2021 às 17h05min







