Estudantes vivenciam as tradições gaúchas durante a Ronda Crioula
A programação da Ronda Crioula inclui apresentações de danças, rodas de conversa sobre símbolos e costumes, além de lanches típicos, voltada especialmente para os estudantes da rede municipal e de outras cidades
Cachoeirinha – Uma verdadeira imersão nas tradições gaúchas está acontecendo até a próxima quinta-feira (19) no Parque de Eventos, onde ocorre a 37ª Ronda Crioula, aberta oficialmente no último sábado (14) em Cachoeirinha. A programação inclui apresentações de danças, rodas de conversa sobre símbolos e costumes, além de lanches típicos, voltada especialmente para os estudantes da rede municipal e de outras cidades que visitam os 58 piquetes instalados no local.
Nesta segunda-feira (16), o parque recebeu cerca de 200 alunos das escolas de educação infantil e ensino fundamental de Cachoeirinha, além de uma instituição privada de Gravataí. “Esse é o momento em que eles vivenciam, na prática, tudo o que aprendem em sala de aula. Sabemos que muitos conhecem as nossas tradições apenas por meio de histórias, vídeos do YouTube e livros. Tenho certeza de que esta tarde será de grande importância e aprendizado para eles”, destacou Janine Michel, educadora do Espaço Cultural Kids Força Jovem Gaúcha, da Morada do Vale I, em Gravataí.

Entre os alunos da professora Janine, estava George Enrique, um menino autista de 9 anos, atento à fala da patroa do Piquete Sinuelo da Amizade, Giovana Motta, que explicava sobre as vestimentas gaúchas. “Eu não gostava de usar a pilcha, mas depois que vi o Guri de Uruguaiana, comecei a gostar e pedi para os meus pais comprarem uma igual. Foi caro, eles pagaram R$ 700,00. Agora eu adoro usar e ser gaúcho”, contou George. Ele também mencionou que, na escola, aprendeu a fazer salada, costurar, dançar e declamar poesias. Durante a visita, George andou de pônei, ouviu histórias gaúchas e conheceu o camarim dos artistas.
Perto do Piquete Sinuelo da Amizade, os alunos da Escola Tiradentes se encantaram com a pônei Belinha Babalu, do Piquete Tutanos, onde puderam montar no animal e dar uma volta guiada com a ajuda do peão Jonatas Morais e da peoa Franciele Silveira. “É emocionante ver a alegria nos olhos das crianças ao interagirem com os animais. E o melhor de tudo é o festival de perguntas que elas fazem. Sabemos que essas experiências ficarão marcadas para sempre e são a garantia de que nossas tradições gaúchas serão preservadas no futuro”, afirmou Daniela Silveira, patroa do Piquete Tutanos.

Perto do Piquete Sinuelo da Amizade, os alunos da Escola Tiradentes se encantaram com a pônei Belinha Babalu, do Piquete Tutanos, onde puderam montar no animal e dar uma volta guiada com a ajuda do peão Jonatas e da peoa Franciele Silveira. “É emocionante ver a alegria nos olhos das crianças ao interagirem com os animais. E o melhor de tudo é o festival de perguntas que elas fazem. Sabemos que essas experiências ficarão marcadas para sempre e são a garantia de que nossas tradições gaúchas serão preservadas no futuro”, afirmou Daniela Silveira, patroa do Piquete Tutanos.
Os alunos também tiveram a oportunidade de aprender sobre a Chama Crioula, o chimarrão, o churrasco, as danças e os utensílios usados pelos gaúchos, na exposição organizada no galpão da Secretaria de Educação de Cachoeirinha. No local, antes de receberem um lanche típico – um salchipão, oferecido pelos piqueteiros da Associação de Piqueteiros de Apoio ao Tradicionalismo de Cachoeirinha – eles participaram de explicações sobre os povos que formaram o Rio Grande do Sul, guiadas pelos professores Marcos Pinheiro, Juliana Deszuta e Bárbara Graff.

“A escola é um espaço de aprendizado, e essa visita faz parte de um projeto maior, que envolve o estudo da cultura tradicional gaúcha. É uma oportunidade de transmitir nosso legado cultural e dar continuidade às nossas tradições”, enfatizou Isabel Fonseca, secretária de Educação de Cachoeirinha.





