Alunos das escolas de Cachoeirinha participam da Oficina de Banda Fé na Vida
Objetivo é engajar mais estudantes na retomada do ano letivo, em fevereiro de 2022
Cachoeirinha – Os ensaios da Banda Escolar Fé na Vida estão terminando neste ano, que teve um período presencial curto, em função da pandemia. As aulas presenciais só foram retomadas em outubro para os cerca de 80 participantes. Conforme o professor instrutor Fernando Oliveira, os encontros acontecem em cinco polos, nas escolas municipais de Ensino Fundamental Carlos Wilkens, José Victor de Medeiros, Getúlio Vargas, Assunção e Tiradentes. “Estes são os pontos de referência e os alunos de outras escolas municipais podem fazer as aulas nestes locais. Podemos ampliar mais ainda a oferta de vagas para 2022”, explicou.
Alguns estudantes já são “veteranos” na Banda, como Pedro Fernandes, de 13 anos, que participa desde 2017.“Aprendi a tocar Caixa. É o instrumento que eu mais gosto. Quando toco me sinto mais calmo, mais tranquilo. É muito bom”, disse o estudante do 7º ano do Carlos Wilkens. Vitor Brasil, de 10 anos, participa da Banda há dois anos, junto com o irmão Miguel, de 12 anos. “Hoje eu toco Prato, mas já aprendi a tocar também Caixa e Bumbo”.
Já Augusto de Souza, de 13 anos, começou faz três meses e com um instrumento considerado difícil, já que exige fôlego e força: o trompete. “Comecei com a percussão, mas adorei o trompete. Não é fácil, mas já estou me acostumando. Pretendo seguir estudando o instrumento e aprendendo com os vídeos que o professor me manda para ajudar nos treinos em casa”, contou ele.
Na última quarta-feira (08), a Banda comemorou uma conquista: fez um ano que os instrumentos novos chegaram ao município. Foram seis conjuntos, cada um composto por quatro trompetes, quatro trombones, uma trompa da marcha, um euphonium, uma tuba, uma caixa tenor de marcha, um bumbo de marcha, um par de pratos 14″, 14 estantes para partituras. “Para nós é motivo de alegria e eu prezo muito com eles estes momentos, a afetividade. Mesmo com a pandemia eu procurei estar com eles através do grupo no whatsapp, enviando material para estudarem. Conseguimos montar um grupo de excelência aqui e queremos manter estes vínculos”, avaliou o professor Fernando.

