Vídeo: roubo milionário a joalheria desencadeia operação em Gravataí

Gravataí – Os policiais civis da 1ª Delegacia de Repressão a Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (1ªDR/Deic), deflagrou na manhã desta terça-feira (09) a Operação Relicário. A ofensiva tem como origem investigação de um roubo ocorrido em uma joalheria localizada no interior de um shopping center de Porto Alegre, no dia 23 de abril de 2026.
Foram cumpridas 13 medidas cautelares, sendo oito mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão nas cidades de Novo Hamburgo, Viamão, Gravataí, Campo Bom, Alvorada e Porto Alegre. Quatro pessoas foram presas.Segundo o Delegado Gabriel Casanova, a investigação apurou que ao menos cinco pessoas participaram da ação criminosa, sendo quatro homens e uma mulher. Conforme levantado pela equipe da 1ª DR/DEIC, dois homens ingressaram na joalheria utilizando bonés, possivelmente, barba falsa, e mediante grave ameaça com emprego de arma de fogo, renderam três funcionárias do estabelecimento, subtraindo diversas joias.
Após o roubo dos objetos, os criminosos trancaram as vítimas em um banheiro da loja e deixaram o shopping caminhando, buscando aparentar normalidade durante a fuga. No lado externo, um terceiro integrante do grupo aguardava os autores em um veículo utilizado para a evasão inicial. Na sequência, os investigados realizaram baldeação para outros automóveis, em uma clara tentativa de dificultar a identificação e o monitoramento policial.
“As diligências realizadas pela 1ª DR/Deic apontam que a ação foi previamente planejada e executada por indivíduos organizados, com divisão de tarefas e emprego de estratégias para dificultar o reconhecimento, havendo indícios, inclusive, da utilização de barba postiça durante o roubo. O prejuízo total apurado pela empresa vítima foi estimado em R$ 268.000,00”, explicou o Delegado Casanova.
A partir de intenso trabalho investigativo, com auxílio do Instituto-Geral de Perícias, com análise de imagens, diligências de campo e cruzamento de informações, foi possível identificar os suspeitos e representar pelas medidas cautelares, posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.





