CACHOEIRINHA

Usuários da estrada Sítio Ipiranga reclamam do abandono

Via faz a ligação de região de sítio e novos loteamentos com a RS-118, em Cachoeirinha

Cachoeirinha – Os cerca de 1,3 quilômetros da estrada Sítio Ipiranga estão em completo abandono e gerando reclamações de moradores que precisam usar a via para chegar até a RS-118. A estrada liga o bairro Sítio Ipiranga e os novos loteamentos até a rodovia e está sem manutenção há muitos anos. Os buracos já se transformaram em crateras e em determinados trechos, os motoristas enfrentam dificuldades para cruzar.

No lado direito da pista, no sentido bairro/RS-118, o mato cresceu tanto que galhos de árvores invadem parte da pista. Com o trânsito de caminhões é possível perceber que só não tomaram conta do asfalto por conta dos cortes forçados a cada passada de um veículo. O morador da Nova Cachoeirinha, Juarez Pereira Francilio, fez fotos essa semana do estado da estrada e enviou à reportagem.

“Eu moro na Nova Cachoeirinha e trabalho em Canoas. Pela manhã, eu vou pela estrada dos Caetanos e volto pelo Sítio Ipiranga. A estrada está praticamente intransitável”, afirma. Não bastassem as crateras no asfalto, o local também se transformou em um depósito de lixo de todo o tipo.

O que diz a prefeitura

A Prefeitura de Cachoeirinha, por intermédio de sua assessoria de imprensa, disse que a secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos vai realizar a limpeza do local até a próxima terça-feira (14). Sobre os buracos, a prefeitura não tem como realizar o serviço com rapidez.

Segundo a assessoria, uma nova licitação para a contratação de uma empresa para executar esse serviço em toda a cidade está sendo iniciada. A empresa que havia sido contratada na licitação anterior desistiu do contrato argumentando que os valores praticados estavam defasados devido a alta no preço dos insumos.

Já sobre mato e árvores invadindo a pista, conforme a assessoria, uma análise terá que ser feita pelo setor de meio ambiente da secretaria de Sustentabilidade, Trabalho e Desenvolvimento Econômico. “A supressão não pode ser feita sem autorização de um técnico ambiental. Ele autorizando o corte, vai ser definido se cabe ao dono do terreno ou se a prefeitura pode realizar o serviço (devido a urgência) e depois fazer a cobrança do proprietário da área”, informou a assessoria.

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