Unido, bloco governista impõe derrota aos oposicionistas - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
Faltaram votos para a oposição mudar a Lei Orgânica - Foto: Roque Lopes/oreporter.net

Unido, bloco governista impõe derrota aos oposicionistas

Na segunda votação para a mudança na Lei Orgânica, definindo prazo para exonerados receberem verbas rescisórias, proposta foi rejeitada

Cachoeirinha – A base governista na Câmara já foi classificada de gelatinosa pelo vereador Rubens Otávio, diante da imprevisibilidade de como vai se comportar em votações, mas na Sessão desta terça-feira (27) estava mais unida do que um sagu que passou do ponto.

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Na pauta estava a votação em segundo turno da emenda na Lei Orgânica que definia um prazo de até 20 dias para que servidores exonerados recebam as verbas das rescisões. A emenda nasceu depois do rompimento da base aliada no Legislativo com a tentativa de cassação do mandato do prefeito Miki Breier e do vice Maurício Medeiros.

Vereadores que votaram pela aceitação da denúncia viram suas indicações para cargos em comissões serem exoneradas. O vereador Nelson Martini chegou a usar a Tribuna para reclamar que o Governo estava demorando muito para pagar os exonerados.

Na primeira votação, a emenda passou obtendo os 2/3 de votos necessários, ou seja, 12. Nesta terça ocorreu a segunda e faltaram votos. Os vereadores Marco Barbosa e Cristian Wasem não estavam presentes em virtude de uma viagem a Brasília. Mesmo assim, a emenda foi mantida na pauta e o resultado acabou empatado em 7 a 7. O presidente da Câmara, Fernando Medeiros, desempatou votando favoravelmente, mas não adiantou, pois não foi possível atingir os 2/3 de votos necessários.

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Com o resultado, a emenda foi reprovada. Garantiram a vitória do Governo os vereadores Luis Henrique Tino, Jussara Caçapava, João Tardeti, Édison Cordeiro, Deoclécio Mello, Felisberto Xavier e Paulinho da Farmácia. O vereador Manoel D`Ávila, que hora está com o Governo e hora não, votou pela aprovação. Sua namorada, ex-secretária da Cultura, Milene Cristina da Silva, que havia sido exonerada por ele ter votado pela aceitação da denúncia com 14 possíveis irregularidades, voltou a ter cargo no Governo, desta vez ocupando uma diretoria.

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