GRAVATAÍ

Saúde de Gravataí reforça atualização da carteira de vacinas antes de viagens

A orientação é da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que destaca que os imunizantes estão disponíveis em todas as unidades de saúde do município

Gravataí – Com a chegada do período de férias escolares e o aumento no número de viagens durante os meses de janeiro e fevereiro, a Prefeitura reforça a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada. A orientação é da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que destaca que os imunizantes estão disponíveis em todas as unidades de saúde do município.

A atualização vacinal é fundamental para a prevenção de doenças como sarampo, coqueluche, difteria, poliomielite, tétano acidental e febre amarela, que seguem apresentando riscos no cenário epidemiológico nacional e internacional. Segundo o secretário municipal da Saúde, Régis Fonseca, a vacinação é uma das principais estratégias de proteção da população. “Vacinas salvam vidas. Nossas equipes estão à disposição durante todo o ano para garantir esse cuidado. A imunização é uma das medidas mais eficazes contra diversas doenças”, afirma.

Dados do Ministério da Saúde apontam aumento de casos e surtos de doenças imunopreveníveis em diferentes países, o que eleva o risco de reintrodução desses vírus e bactérias no Brasil. Entre as situações que geram maior alerta estão o retorno de casos de sarampo nas Américas, o crescimento da coqueluche, a circulação da poliomielite em algumas regiões do mundo e a permanência de casos de febre amarela, inclusive em estados brasileiros.

A Vigilância em Saúde de Gravataí (Viemsa) destaca ainda que o tétano acidental continua causando óbitos, especialmente entre adultos não vacinados, e que a difteria mantém registros de surtos em outros países, com ocorrências recentes no Brasil.

Orientações para quem vai viajar

A SMS recomenda que a população procure uma unidade de saúde com pelo menos 15 dias de antecedência da viagem para verificar a situação vacinal. No caso da febre amarela, a dose deve ser aplicada no mínimo 10 dias antes do deslocamento.

Além disso, alguns países exigem o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) para a entrada de viajantes. A ausência do documento pode resultar em impedimento de embarque ou até repatriação.

Atenção aos sintomas

A orientação das autoridades de saúde é que, durante ou após a viagem, pessoas que apresentarem sintomas como febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse persistente, dor de garganta intensa, rigidez muscular, paralisia súbita, icterícia ou sangramentos procurem imediatamente atendimento médico e informem os locais visitados.

A Prefeitura reforça que manter a vacinação em dia é uma medida individual e coletiva de proteção, especialmente em períodos de maior circulação de pessoas.

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