PT anuncia retorno de Ana Fogaça e filiação de Lazzarotto - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
Ana Fogaça e Jeferson Lazzarotto reforçam o PT - Fotos: Álbuns pessoais

PT anuncia retorno de Ana Fogaça e filiação de Lazzarotto

Ana será candidata a vereadora e o ex-presidente da subseção da OAB/RS não buscará uma vaga na Câmara e não está descartada que seja candidato a prefeito

Cachoeirinha – Vereadora por dois mandatos e candidata a deputada estadual mais votada em 2002, Ana Fogaça está de volta ao PT e será candidata a vereadora. Ela integrava o PT até 2005, quando a tendência marxista, da qual fazia parte, deixou o partido com críticas ao Governo Lula. Outra novidade é o ingresso do ex-presidente da subseção da OAB/RS em Cachoeirinha, Jeferson Lazzarotto.

O advogado surge como alternativa para ser o candidato a prefeito pelo bloco de oposição, formado ainda pelo PC do B e Psol, desde a saída de Antonio Teixeira, que deixou a Rede para ingressar nas fileiras do PTB. O ato de filiação vai acontecer no próximo dia 8 de dezembro em almoço no CTG Sinuelo da Amizade com a presença do ex-ministro Miguel Rossetto, do ex-governador Olívio Dutra, do deputado estadual Pedro Ruas, do Psol, e da ex-deputada estadual Jussara Cony, do PC do B.

O presidente do PT, David Almansa, conta que desde a saída de Antonio Teixeira do bloco oposicionista, foi necessária uma reorganização e o Psol aceitou fazer parte dos debates em torno da construção de um programa de governo para Cachoeirinha. Almansa, que será candidato a vereador, destaca que espera que os partidos integrantes do bloco estejam unidos nas próximas eleições.

Não há ainda uma definição em torno de um nome para ser o candidato a prefeito. Sobre a possibilidade de Lazzarotto ser o nome, Almansa prefere não avançar no assunto. “Ele vai contribuir com outra tarefa no processo eleitoral”, resume. “Nós queremos construir uma candidatura de unidade no bloco e cada partido fará seu debate interno para encaminhar esse assunto. Nós temos um acordo de uma candidatura de unidade e acredito que vá se concretizar”, argumenta.

Um outro partido poderá fazer parte do bloco oposicionista, classificado de esquerda progressista por Almansa. “Ele não é identificado com a esquerda tradicional e não tem representação na Câmara”, diz, mas sem revelar qual é. “Na semana que vem deveremos anunciar.” O PT, conforme Almansa, está buscando a formação de uma nominata forte para buscar pelo menos três cadeiras no Legislativo.

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