Projeto Hortas Comunitárias chega as UBS Águas Clara e Morada do Vale II
Na tarde desta terça-feira (23), a Prefeitura de Gravataí promoveu uma capacitação para os participantes
Gravataí – O Projeto Hortas Comunitárias está na sua terceira edição e, para garantir o sucesso da iniciativa, que está ocorrendo nas Unidades de Saúde da Família (USF’s) Águas Claras e Morada do Vale II, a Prefeitura de Gravataí, por meio do Gabinete da Primeira-Dama, com o apoio de diversas secretarias, promoveu, na tarde desta terça-feira (23), uma capacitação para os participantes do projeto. A primeira-dama Marlene Zaffalon, que é a idealizadora da atividade, esteve participando da capacitação.
“Esse é um projeto do meu coração, porque eu, que cultivo a minha horta convencional, entendo que, além de promover uma alimentação saudável e barata, o processo pode envolver toda a família e isso é muito bom”, disse a primeira-dama. Conforme a técnica de enfermagem da USF Águas Claras, que foi quem procurou o GPD para solicitar o projeto, a ideia surgiu ao perceber que a iniciativa tinha dado muito certo na sua versão piloto. “O nosso intuito é, realmente, inserir a comunidade, que já é muito ativa junto à unidade. Nós temos o nosso grupo de saúde mental e a ideia é que eles possam fazer do cultivo uma terapia”, destacou a servidora.
Sobre como irá funcionar o plantio, o secretário municipal da Smaa, Denner Gelinger, explicou que a prefeitura auxiliará a comunidade com o fornecimento de mudas e abertura dos canteiros, mas que a conservação e o cultivo da horta fica por conta da comunidade. “O nosso objetivo é que a comunidade participe, que seja parte do projeto e que, por meio dele, possa levar as técnicas para as suas casas, promovendo, assim, uma maior segurança alimentar dentro das famílias”, destacou o titular.
Durante a capacitação, foram repassadas diversas dicas de como cultivar a horta para que os alimentos tenham o devido desenvolvimento. Um importante alerta feito pelo extensionista rural Fabian del Valle, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), é que as plantas que serão consumidas não devem ser plantadas em garrafas PET, uma vez que este material apresenta bisfenol A (BPA), o que é prejudicial à saúde



