GRAVATAÍ

Patrícia Alba realiza audiência para discutir inclusão escolar em Gravataí

O encontro ocorrerá na Câmara Municipal, a partir das 18h30

Gravataí – A deputada estadual Patrícia Alba (MDB), presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, realizará na próxima segunda-feira (15) uma audiência pública para discutir a inclusão de alunos com deficiência em Gravataí e a situação estrutural do Complexo de Educação Especial Irmã Soledade. O encontro ocorrerá na Câmara Municipal, a partir das 18h30.

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Invista em Gravataí/RS

O debate foi motivado por demandas apresentadas por pais de alunos e pela comunidade escolar, que apontam problemas no funcionamento parcial do complexo e dificuldades relacionadas à acessibilidade e à estrutura oferecida aos estudantes. O Complexo de Educação Especial Irmã Soledade é composto pela Escola Municipal de Educação Especial para Surdos (EMEES), pela Escola de Ensino Fundamental de Educação Especial Mercedes Helena Vicentini e pelo Centro Educacional Especializado. Conforme relatos das famílias, o espaço ainda não opera em sua totalidade. Entre as principais reclamações estão as dificuldades de acesso ao local por meio do transporte escolar. Segundo os pais, os ônibus deixam os estudantes distantes da entrada principal, sem cobertura adequada para desembarque.

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Atualmente, a Escola Mercedes é a unidade que está em funcionamento, atendendo principalmente alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) níveis 2 e 3 de suporte. Em reunião realizada em maio com um grupo de mães, Patrícia Alba recebeu relatos sobre a falta de quadra coberta, ausência de área de recreação adaptada e insuficiência de materiais pedagógicos específicos.

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Já a Escola para Surdos funciona em um imóvel alugado, adaptado para o atendimento, mas com limitações estruturais e de acessibilidade. Conforme a parlamentar, não há previsão para a conclusão do segundo pavimento do prédio que deverá receber a unidade em definitivo. O Centro Educacional Especializado também enfrenta dificuldades. Embora o prédio esteja concluído, ainda não conta com mobiliário nem profissionais para o atendimento, o que impede o funcionamento do serviço.

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O tema vem sendo acompanhado pela Comissão de Educação desde o ano passado. Segundo Patrícia Alba, informações foram solicitadas à prefeitura sobre a situação do complexo, mas parte das medidas necessárias para o funcionamento integral do espaço ainda não foi executada. A audiência pública será aberta ao público e deverá reunir famílias, profissionais da educação, autoridades e representantes da comunidade.

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