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Ópera Gaúcha emociona e valoriza tradição na abertura da 48ª Expointer

Com o tema “O Legado de um Povo”, o espetáculo apresentou a história do Rio Grande do Sul, destacando a miscigenação de raças e culturas e resgatando o passado enquanto projeta o futuro.

A quinta edição da Ópera Gaúcha marcou a abertura da 48ª Expointer, no dia 30 de agosto de 2025, na pista central do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Com o tema “O Legado de um Povo”, o espetáculo apresentou a história do Rio Grande do Sul, destacando a miscigenação de raças e culturas e resgatando o passado enquanto projeta o futuro.

O roteirista e diretor Sir da Cunha contou que a ideia do projeto surgiu em homenagem aos 40 anos da Expointer. “Não dá para contar a Ópera Gaúcha sem falar da história: na 40ª Expointer, o Marquinhos Kroeff, nosso produtor, sonhou com um projeto com 40 gaiteiros e 40 bumbos, que acabou dando origem à Ópera Gaúcha”, explicou.

A cantora e apresentadora Shana Müller, que participou pela segunda vez, destacou a importância do espetáculo para a identidade cultural gaúcha. “A cada ano, o espetáculo aborda aspectos da nossa identidade”, disse. Já o músico Renato Borghetti ressaltou a amizade entre os artistas. “Todos os envolvidos são amigos e conseguem transformar arte e música em um espetáculo bonito e emocionante.”

O elenco de 2025 reuniu cerca de 200 profissionais, incluindo nomes de destaque da música gaúcha, como Ernesto Fagundes, Neto Fagundes, Anomar Danúbio Vieira, Shana Müller, José Alberto Andrade, Juliana Spanevello, Renato Borghetti, Emily Borghetti, Juliano Barreto, Joca Martins, Pirisca Greco, Cristiano Quevedo e o grupo Mas Bah. O espetáculo também estreou com banda ao vivo, valorizando a estética e sonoridade do sul.


Cantores como Pirisca Greco e Juliano Barreto ressaltaram a importância da experiência. Pirisca lembrou suas viagens de Uruguaiana para a região metropolitana de Porto Alegre. “Integrar este espetáculo representa um sabor de superação a cada ano”, disse. Juliano Barreto acrescentou: “É um privilégio muito grande, pois engloba a diversidade das colonizações do povo gaúcho.”

O cantor Joca Martins, presente desde a primeira edição, afirmou que a Ópera Gaúcha se reinventa a cada ano. “Este espetáculo mostra várias áreas da nossa cultura, grandes dançarinos, invernadas fantásticas e músicos ao vivo, superando os desafios técnicos de cada momento.”

A apresentação culminou com grande emoção na execução do Hino Rio-Grandense, entoado pelos artistas e público presente, consolidando a Ópera Gaúcha como um dos destaques culturais da Expointer e um tributo à tradição e identidade do Rio Grande do Sul.

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