Oficinas Culturais 2025 iniciam com mais de 300 alunos em Gravataí
Projeto promove acesso à arte, integração comunitária e prepara espetáculo coletivo de fim de ano
Gravataí – As Oficinas Culturais 2025, promovidas pela Prefeitura de Gravataí, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), já estão em andamento. Nesta edição, 323 alunos tiveram suas inscrições homologadas para participar do projeto, que tem como objetivo ampliar o acesso à arte e à cultura em toda a cidade.
Com doze oficinas distribuídas entre as áreas de Artes Visuais, Culturas Populares, Dança, Música e Teatro, as aulas acontecem semanalmente, com duração de duas horas, e seguem até dezembro. Para garantir o alcance do projeto, as atividades são realizadas em dois importantes espaços culturais da cidade – a Casa de Cultura e o Quiosque da Cultura – além de pontos descentralizados, contemplando diferentes bairros de Gravataí.
Entre as modalidades oferecidas estão oficinas de violão, teatro infantil, infantojuvenil, juvenil e adulto, samba, axé, pagode, hip-hop, capoeira, pintura e música de ouvido, distribuídas ao longo da semana em diferentes turnos e locais, conforme a proposta de democratizar o acesso à formação cultural.
Para o secretário municipal de Cultura, Patrick Silva, o projeto representa um movimento coletivo de transformação: “Quando abrimos as portas da cultura para a população, estamos construindo pontes entre talento e oportunidade. Cada oficina é uma semente que pode florescer em forma de arte, autoestima e pertencimento.”
O secretário adjunto de Cultura, Giulliano Pacheco, destaca que este ano os alunos terão um desafio especial: construir, ao longo do processo formativo, um grande espetáculo de Natal de encerramento. “Queremos que cada participante se veja como parte de algo maior. Esse espetáculo de fim de ano não é apenas uma apresentação, é a celebração do caminho percorrido, das descobertas e da dedicação de cada um. Vai ser emocionante ver Gravataí aplaudindo seus próprios artistas.”
À frente da Casa de Cultura, um dos principais espaços do projeto, Ângela Xavier compartilha a emoção de ver o espaço pulsando: “É lindo ver a Casa cheia de vozes, ritmos e expressões tão diversas. Cada grupo que entra traz um pouco de si e transforma o ambiente. É como se a arte respirasse junto com a cidade.”
As Oficinas Culturais atendem participantes de todas as idades, desde crianças a partir de seis anos até adultos e idosos, reforçando o papel da cultura como ferramenta de inclusão, aprendizado e descoberta de novos talentos que despontam em diferentes regiões da cidade.







