Obras de crianças e adolescentes do Caps i estão expostas a Praça do Quiosque
Trabalhos da “ExpoCaps i” integram ações para contribuir com a melhora da autoestima e autoconfiança
Gravataí – Até a próxima sexta-feira (23), a Prefeitura de Gravataí mantém a “ExpoCaps i”, uma exposição de obras com pinturas em tela, quadros e maquetes feitas por crianças e adolescentes acompanhados pelo Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i) Flor de Lótus, serviço especializado municipal de referência em saúde mental a menores de 18 anos. Gratuita, a mostra com os trabalhos expostos ocorre na Praça do Quiosque, em frente ao Hospital Dom João Becker.
Conforme o serviço, a “ExpoCaps i” tem o objetivo de contribuir para a autoestima e a autoconfiança de cada paciente atendido por meio da exposição e valorização dos talentos e diferentes expressões artísticas. Além disso, busca compreender a linguagem como forma de expressão e comunicação, bem como ampliar o repertório linguístico e literário do público infantojuvenil.
O incentivo à arte e à educação é fomentado diariamente pelo Caps i e pela SMS. A exposição, assim, vai ao encontro das ações de promoção à saúde desenvolvidas pela pasta no que tange aos cuidados em saúde mental e integral. A mostra está aberta à visitação até 23 de fevereiro, sempre de segunda a sexta-feira, das 9 h às 17 horas. Grupos podem agendar visitas guiadas diretamente com a coordenação da Praça do Quiosque, que está localizada na Praça Leonel de Moura Brizola, s/nº, Centro.
Caps i
Localizado na rua Madre Marta Maria, 35, no bairro Salgado Filho, o Caps i realiza atendimentos por acolhimento, por demanda espontânea ou encaminhamentos via unidades de saúde ou serviços intersetoriais do município. O serviço especializado atende crianças e adolescentes até 18 anos incompletos (17 anos, 11 meses e 29 dias) com transtornos mentais graves e persistentes, que necessitam de acompanhamento com equipe multiprofissional.
O Caps i também desenvolve outras atividades que promovem os cuidados com a saúde mental, tais como oficinas, horta, meditação e rodas de conversa com adolescentes. As ações são realizadas durante o ano inteiro, pois são atividades que fazem parte do Plano Terapêutico Singular (PTS) de cada paciente – de modo a otimizar o tratamento medicamentoso e contribuir para a evolução do processo do tratamento como um todo.






