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"Não precisamos de cargos e não precisamos ser intransigentes."- Foto: PSB/Divulgação

“Não precisamos de cargos”, afirma Beto Albuquerque


Beto diz que eleitor definiu nas urnas o papel que ele deverá cumprir, já que a aliança do PSB com Sartori foi derrotada


O ex-presidente do PSB do Rio Grande do Sul e que foi candidato ao Senado, Beto Albuquerque, não fará parte de nenhuma tipo de negociação para que o partido integre o governo Eduardo Leite. Ele foi citado em matéria publicada no site oreporter.net, sem ser ouvido, sobre a possibilidade de o presidente do partido, José Stédile, fazer parte do primeiro escalão do próximo governo.

Albuquerque, em nota enviada à redação (leia abaixo, na íntegra), deixa claro que não está disposto a assumir nenhum cargo no governo e que o eleitor definiu nas urnas que ele deve ser oposição. “Neste caso, como oposição, não precisamos de cargos e não precisamos ser intransigentes, radicais e contra tudo. Uma Oposição moderna e inteligente tem que ajudar o estado e o povo gaúcho nas questões que trarão benefícios e avanços ao nosso Rio Grande.”

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O posicionamento de Albuquerque evidencia a divisão existente dentro do PSB. Enquanto Stédile diz aceitar integrar o governo Eduardo Leite, desde que o partido tenha duas secretarias como hoje na aliança com o governador José Ivo Sartori, outra parte se manifesta de forma contrária. O grupo liderado por Stédile tem maioria no diretório, composto de 100 nomes.

A matéria de oreporter.net sobre a possibilidade de Stédile virar secretário de Eduardo Leite, compartilhada no Facebook, teve grande repercussão nesta quarta-feira (22). Na maioria dos comentários, o deputado federal de Cachoeirinha é criticado já que o PSB estava em uma aliança pela reeleição de Sartori e agora diz aceitar integrar o governo de Eduardo Leite, que era oposição.

Leia a nota enviada por Beto Albuquerque

“Comunico a todos que não participei nem participarei de nenhuma reunião ou articulação que discuta ida do PSB ao Governo de Eduardo Leite. Tampouco, reivindico ou me disponho a assumir qualquer cargo em governo. Ninguém está autorizado a utilizar meu nome em qualquer negociação desta ou de outra natureza. Tenho um patrimônio das urnas conquistado com uma coligação que perdeu e, portanto, foi escolhida pelo povo para ser oposição. Neste caso, como oposição, não precisamos de cargos e não precisamos ser intransigentes, radicais e contra tudo. Uma Oposição moderna e inteligente tem que ajudar o estado e o povo gaúcho nas questões que trarão benefícios e avanços ao nosso Rio Grande. Precisamos zelar pelo que acreditamos, pensamos e já propusemos. E também, opor-se a tudo que contrarie os interesses do povo gaúcho. Isto, claro, se no futuro pensarmos ou  desejarmos ser governo.”

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