Mutirão retira cerca de 100 quilos de fios em desuso dos postes
Trabalho na Avenida Flores da Cunha será retomado em duas semanas e depois avançará para os bairros
Cachoeirinha – Cerca de 100 quilos de fios em desuso foram retirados dos postes da Avenida Flores da Cunha nesta quarta-feira (9), durante a primeira etapa da ação coordenada pela Prefeitura de Cachoeirinha com empresas de telefonia e internet. O trabalho será retomado daqui a duas semanas para dar continuidade à limpeza nos dois lados da avenida e, posteriormente, avançará para os bairros.
A operação começou no entorno da parada 59 e faz parte da retomada, neste ano, do trabalho de organização das redes instaladas nos postes da cidade. A iniciativa envolve os gabinetes da prefeita Jussara Caçapava e do vice-prefeito Mano, que ficou responsável por coordenar as ações junto às empresas.
Procon e secretaria de Defesa Civil e Resiliência Climática (SMDCRC) acompanharam o trabalho. Equipes da secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos (SMISU) ficaram responsáveis pelo recolhimento dos cabos retirados dos postes.
Os aproximadamente 100 quilos de material permanecerão durante cerca de um mês na sede da SMISU à disposição das empresas. Depois desse prazo, o que não for retirado será descartado. “Esta era uma pauta nossa pois existem alguns pontos bem críticos que não agregam e, ainda, deixam a cidade mais feia”, afirmou Jussara.
Segundo Mano, a programação foi organizada em conjunto com as empresas para permitir a participação dos técnicos sem impedir a realização dos serviços rotineiros das operadoras. A próxima etapa está prevista para daqui a duas semanas. “Após terminarmos de recolher os fios na Flores da Cunha, nos dois lados da avenida, entraremos nos bairros”, afirmou o vice-prefeito.
A intenção é estruturar uma equipe permanente envolvendo Município e empresas para atuar principalmente nos locais onde a quantidade ou a posição dos cabos representa risco ou dificulta a circulação. “A ideia é ir direto em locais intransitáveis, com fios pendurados embaixo de redes elétricas, por exemplo”, explicou Mano.





