Gravataí vai comprar cloroquina e outros remédios para Covid - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
Alba explicou medida em live - Foto: Reprodução

Gravataí vai comprar cloroquina e outros remédios para Covid

Prefeito explicou em live na noite desta terça-feira (7) que medicamentos já são fornecidos pelo Ministério da Saúde e distribuídos pela Estado, mas as vezes faltam

Gravataí – O prefeito Marco Alba anunciou que um processo de licitação foi aberto para a compra de cloroquina e outros medicamentos utilizados no tratamento da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Durante uma live na noite de terça-feira (7), Alba deixou claro que os medicamentos não serão distribuídos como sendo kits contra a doença como mostram imagens que circulam em redes sociais relatando ações de prefeitos.

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“ Esses medicamentos são fornecidos através da União e Estado e não têm chegado a contento. Esse procedimemnto, que compete aos médicos, a prescrição, ele é feito desde sempre. Quem decide a prescrição do remédio, a adequação do tratamento, é o médico. Portanto, desde sempre tem uma categoria de médicos que entende que essa prescrição é possível e devida e tem outros médicos que entendem que não. Isso é de autonomia e independência da classe médica. Nós, os gestores, criamos as condições de abastecimento. Não existe nenhuma autorização para que prefeito ou quem quer que seja distribua remédio sem a prescrição e a necessária avaliação clínica”, avisou.

Sobre o decreto 18027/2020, que autoriza a Farmácia Municipal a entregar a pacientes Ivermectina, Nitazoxanita, Vitaminas C e D,  Levofloxacina e Cloroquina, conforme o especificado na receita prescrita por um médico da rede municipal de Saúde, o prefeito explicou que ele apenas cumpre uma formalidade legal.

“Que fique claro, os médicos desde sempre prescrevem os medicamentos que sejam adequados. Nenhum autoridade pode interferir na independência do médico. Caso haja a necessidade a mais do que a farmácia possa fornecer, nós vamos adquirir. Esse decreto nada mais faz do que satisfazer uma lógica de formalidade para uma coisa que é natural para a ciência e classe médica e tem gente que fica dando opinião furada [em redes sociais] como se fosse ser responsável por qualquer tratamento”, disse.

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