Gravataí

Gravataí realiza roda de conversa sobre transtorno do espectro autista

Evento contou com a presença de representantes estaduais à frente do programa TEAcolhe

Gravataí – A Prefeitura de Gravataí, por meio das secretarias municipais da Saúde (SMS) e da Educação (Smed), participou na última terça-feira (5) de um roda de conversa com familiares e responsáveis por pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). Realizado no Centro Administrativo Leste, o evento contou com a presença de profissionais de saúde estaduais representando o Programa de Atendimento a Pessoas com TEA, conhecido como TEAcolhe.

“Nossa meta é ter mais encontros com as famílias e a comunidade, para que a informação seja ferramenta na busca dos direitos, dos cuidados e do acolhimento aos pacientes, familiares e cuidadores”, destacou a pediatra Lissandra Pedroso, coordenadora da Política de Saúde da Criança e do Adolescente da SMS, onde também coordena a Política de Saúde Mental no município. 

A roda de conversa contou com a presença das instituições municipais Camaleão Azul e Movimento Extraordinário Pró-Inclusão – MEPI. Ambas são associações que promovem o direito e o desenvolvimento da criança e do adolescente com deficiência e estimulam o desenvolvimento das habilidades de pessoas com autismo. No encontro, elas puderam relatar as dificuldades e êxitos na trajetória do cuidado com estes pacientes.

O Centro Regional de Referência em TEA da região 10, por sua vez, objetiva atuar em conjunto com dispositivos de atendimento e acompanhamento a partir de três eixos de atuação: matriciamento, educação permanente e atendimento de casos graves, severos e refratários. Durante a roda de conversa, as especialistas do programa puderam tirar eventuais dúvidas das famílias presentes.

Autismo

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta alterações na comunicação, interação social e no comportamento. As características essenciais do TEA são prejuízos persistentes na comunicação social e na interação social, assim como padrões restritos e repetitivos de comportamentos, interesses ou atividades. Para diagnóstico, é necessário que esses sintomas já estejam presentes desde o início da infância, trazendo prejuízo para o funcionamento do indivíduo. Alguns sinais são observáveis a partir dos 4 meses de idade.

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