Gravataí busca fomentar a economia solidária local
A primeira oficina de artesanato ocorreu na última semana
Gravataí – Buscar exemplos, ideias e até inspiração naquilo que se quer fazer é sempre válido e no caso dos programas de economia solidária, não é diferente. Pensando nisso, representando a Prefeitura de Gravataí, o Secretario Municipal da Família, Cidadania e Assistência Social Tanrac Saldanha, a chefe do Setor da Economia Solidária Paula Letícia dos Passos e a diretora da Promoção Social Jane Beatriz Marques, visitaram as cidades de Ivoti e Novo Hamburgo na última semana.
Tanrac conta que em Ivoti se visitou a Casa do Artesão. “Queríamos ver na prática como eles administram e quais métodos utilizam, já que conseguem obter um grande público diariamente e um bom faturamento. Notamos que lá, o grande diferencial está em enaltecer as raízes e culturas.” Ele ainda ressalta que no caso de Ivoti, cidade que está no pé da Serra, a colonização alemã atrai turistas. “Gravataí tem colonização açoriana e cada vez mais busca seu lugar no quesito turismo.”
Já em Novo Hamburgo foi possível vivenciar outra realidade. A cidade tem uma casa do artesão relativamente pequena, porém com um setor da economia solidária pujante. Com máquinas de costura, cozinha industrial e oficinas realizadas todas as semanas, o governo trabalha muito forte a qualificação do trabalho. “A ideia é que o artesão não fique acomodado, mas que esta etapa seja um trampolim para quem sabe abrir sua própria empresa.”
Estiveram presentes nas visitas Ana Maria Ochrym, coordenadora pedagógica do Vida Saudável em Ivoti e Nelson da Silva Pinto e Stela Maris Nervo, coordenadores da Economia Solidária de Novo Hamburgo.
Oficinas de profissionalização
Também na última semana, iniciaram as oficinas de artesanato dirigidas ao público atendido pela Secretaria da Família, Cidadania e Assistência Social (Smfcas). A ação, ministrada pela Associação Municipal de Artesãos aconteceu no Salão da Igreja Petencostal Aliança Renovada. Oito pessoas puderam aprender a fazer enfeites de feltro, uma das técnicas oferecidas pela Casa do Artesão.
A atividade terá um cronograma para as próximas oficinas, com perspectiva de ocorrerem a cada 15 dias. Conforme Tanrac, “a intenção, tanto com as visitas como com as oficinas, é de motivar o artesão para que ele consiga alavancar seus negócios e se tornar um microempreendedor”.









