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Frente foi lançada na noite desta quarta - Foto: Divulgação

Frente defende democracia e voto em Haddad


Partidos, sindicatos e coletivos buscam ampliar votos em Haddad em Cachoeirinha e criticam Bolsonaro


Partidos de esquerda, sindicatos e coletivos se uniram em Cachoeirinha e lançaram a Frente Suprapartidária em Defesa da Democracia buscando ampliar o voto no candidato petista à Presdiência da República, Fernando Haddad. O encontro aconteceu na noite desta quarta-feira (17) na sede do Sindicato dos Metalúrgicos e serviu para lideranças sindicais e políticas manifestarem suas preocupações com a eventual eleição do presidenciável Jair Bolsonaro.

O presidente do PT, David Almansa, destaca que Bolsonaro representa uma risco para a democracia. “Num avaliação geral, o nível de autoritarismo de Bolsonaro representa um ataque a forma que estamos acostumados a fazer política e a nos manifestarmos. Ele vai aniquilar qualquer organização que tenha identificação com a esquerda e isto é um risco muito grande para a democracia”, destaca.

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Dirigentes partidários do PSOL, PT, PCdoB, PRC, PCLCP, REDE, Sindicato dos Metalúrgicos e Sindicato dos Municipários usaram o microfone para defender o voto em Haddad e criticar posicionamentos de Bolsonaro revelados ao longo da campanha política.

No primeiro turno, Bolsonaro ficou com 58,27% dos votos dos eleitores de Cachoeirinha, enquanto Haddad atingiu 15,16%, representando 11.480 votos. “Nossa meta é chegarmos a pelo menos 30 mil votos para Haddad”, revela Almansa. A estratégia para chegar a esta votação passa pelo trabalho de conscientização a ser desenvolvido pelos sindicatos enquanto os partidos se concentrarão em suas bases eleitorais.

Almansa revela que a frente criada em Cachoeirinha, embora tenha tido no encontro apenas partidos de esquerda, buscará a adesão de outros partidos. Lideranças do PSB e PDT serão procuradas para se somarem aos esforços. Almansa fala até em buscar apoio em partidos mais ao centro, como o MDB. “Nossas divergências locais devem ser secundárias em nome do bem do Brasil”, argumenta.

A frente vai participar da mobilização nacional marcada para o próximo sábado, em Porto Alegre, e no dia 26 se somará ao grupo de mulheres que organiza um ato contra o fascismo. Ele vai acontecer a partir das 17 horas no antigo calçadão.

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