POLÍTICA

David defende maior escolaridade para CCs no Governo Cristian

Projeto de reforma administrativa que tramita na Câmara prevê apenas ensino médio incompleto

Cachoeirinha – O projeto de reforma administrativa que o prefeito Cristian Wasem enviou ao Legislativo, e que será votado em Sessão Extraordinária na próxima sexta-feira (20), define como regra para o preenchimento de cargos em comissão o ensino médio incompleto. O projeto desmembra secretarias e cria 25 novos cargos na estrutura administrativa, sem considerar os titulares das pastas.

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O vereador David Almansa apresentou uma emenda ao projeto estabelecendo uma escolaridade maior para cargos de maior complexidade e responsabilidade. O projeto como apresentado, conforme o parlamentar justifica, “permite que funções estratégicas no sistema de saúde e educação públicas sejam ocupadas por pessoas com apenas o ensino médio incompleto. O mesmo ocorre em funções de diretoria na Procuradoria Geral do Município, na Diretoria de Comunicação e na Central de Compras e Licitações”.

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Pela emenda, que está em vista com o vereador Francisco Belarmino Dias, os cargos de Diretor Municipal devem ser preenchidos por pessoas que tenham estudado mais, sendo necessário no mínimo o ensino médio. Já para as diretorias vinculadas às secretarias da Saúde e Educação, a formação mínima deve ser superior.

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O nível superior, conforme a emenda, que não será aprovada pelos vereadores da base governista, também define nível superior para o cargo de Assessor Especial da Superintendência de Compras e Licitação. Para os cargos de Coordenador Municipal, o nível de ensino também deve ser o médio. Pela proposta, permanecem com apenas a necessidade de ensino médio incompleto os cargos de Supervisor Municipal e Assessor Municipal.

O nível de escolaridade baixo para diversos cargos na prefeitura, independentemente da complexidade do trabalho a ser executado, não é uma novidade do Governo Cristian. Já vem sendo assim há muitos anos para permitir que os prefeitos possam dar cargos para apoiadores políticos que abandonaram os estudos.

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