Cristian monta força-tarefa para reformar todas as escolas
Comissão vai traçar um plano de ação para a recuperação da estrutura da rede municipal e acompanhar o que já está sendo executado
Cachoeirinha – Pela primeira vez na história de Cachoeirinha todas as escolas da rede municipal de ensino vão passar por reformas. O prefeito Cristian Wasem nomeou uma força-tarefa para coordenar os trabalhos a cargo de uma empresa terceirizada. Além disso, vai destinar entre R$ 1,5 e R$ 2 milhões para as direções das escolas comprarem materiais ou executares pequenas obras. A secretária de Educação, Isabel Fonseca, destaca que os cerca de 40 estabelecimentos já vinham passando por reformas, mas elas acabaram atrasando por desistência da empresa contratada. A nova já assumiu e deu andamento ao que já estava planejado.
A precariedade da estrutura da maioria das escolas vinha sendo criticada pela oposição e apontada por professores e pais em reuniões na Câmara de Vereadores. Cachoeirinha já tem quatro prédios interditados e um já foi demolido para a construção de um novo. Isabel destaca que esse vai ser o maior investimento já feito na história para deixar a estrutura da rede municipal em condições de atender com uma melhor qualidade os alunos.
Na força-tarefa estão três engenheiros e um arquiteto. Ela será a responsável pelo diagnóstico e definição de um plano de ação para a execução dos reparos, além de acompanhar a execução, incluindo o que já está sendo executado. Outra tarefa é o assessoramento das direções para a aplicação de um repasse complementar de recursos relativo à descentralização financeira. As escolas receberão entre R$ 1,5 e R$ 2 milhões para serem aplicados em pequenas reformas e aquisição de materiais diversos conforme definição dos Conselhos Escolares com a participação dos Conselhos de Pais e Mestres (CPMs).
Isabel revela que um dos problemas dos prédios já está resolvido na maioria deles: a rede elétrica. Os aparelhos de ar-condicionado estão instalados em todas as salas de aula e para que possam ser usadas as redes elétricas precisam ser refeitas. “Na maioria, já foi trocada e esperamos concluir esse trabalho até o final do ano”, salienta, revelando que também já se reuniu com a RGE. “Não é apenas a questão interna das escolas. É preciso também verificar se a rede externa de responsabilidade da RGE vai dar conta da carga necessária”, conta.
A secretária também revela que as escolas nunca tiveram Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) e que os Bombeiros já iniciaram as vistorias. “Estamos na fase de finalização e em várias escolas os PPCIs já foram aprovados”, destaca.





