Com livros didáticos do MEC, Gravataí vai economizar R$ 14 milhões
Prefeitura disponibilizará cerca de 140 mil obras para estudantes da rede municipal no ano letivo de 2024
Gravataí – Estudantes da rede municipal de ensino de Gravataí irão receber livros didáticos do Ministério da Educação (MEC) para o ano letivo de 2024. Serão disponibilizadas cerca de 140 mil obras para 27 mil alunos na volta às aulas, marcada para 26 de fevereiro. Com isso, a prefeitura fará uma economia de R$ 14 milhões, o que permitirá redirecionar esses recursos para outras necessidades da educação.
As obras serão fornecidas a cerca de 27,5 mil estudantes através do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e não terão custos ao município. Entre o 1º e o 5º ano, serão três livros por aluno, em média. Entre o 6º e o 9º, a média será de oito livros por aluno.
O recebimento dos livros se tornou possível após articulação da secretária municipal de Educação, Aurelise Braun, em Brasília. “As obras contemplam todos os componentes curriculares, conforme a Base Nacional Comum Curricular. Estamos atendendo a um pedido frequente da nossa rede de professores para que a escolha seja mais democrática, e não impositiva. Assim, os educadores terão maior autonomia para desenvolver suas práticas pedagógicas e isso vai interferir positivamente no processo de ensino e aprendizagem”, comenta Aurelise.
“A transformação da sociedade passa inevitavelmente pela educação, por isso não medimos esforços para garantir o melhor para nossos estudantes. Nos últimos anos, estamos estruturando e equipando nossas escolas com o que há de mais moderno na educação, além de oferecer uniforme, livros didáticos e alimentação de qualidade. Uma cidade com futuro passa pela forma como cuidamos e educamos as crianças e adolescentes”, avalia o prefeito Luiz Zaffalon.
A distribuição dos livros é feita por meio de um contrato entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e os Correios, que levam os livros diretamente das editoras para as escolas. Os materiais distribuídos são escolhidos pelas escolas, desde que inscritos no PNLD e aprovados em avaliações pedagógicas coordenadas pelo Ministério da Educação.



