Candidatos a prefeito vão falar sobre três grandes temas


Site oreporter.net divulga na próxima semana matérias com os seis candidatos e o que pensam sobre três assuntos importante para a comunidade
Cachoeirinha – A partir da próxima semana, o site oreporter.net vai divulgar o que pensam os candidatos a prefeito sobre três grandes temas importantes para a cidade. As entrevistas, tendo em vista a necessidade de medidas de segurança sanitária continuarem sendo respeitadas, foram realizadas por e-mail.
Os seis candidatos responderam aos questionamentos enviados pela reportagem sobre saúde, mobilidade urbana e transporte coletivo. Sobre a saúde, Cachoeirinha está hoje no modelo de Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada e, dependendo do desejo do próximo prefeito, pode se preparar para ingressar na Gestão Plena do Sistema Municipal.
A diferença básica é que no modelo de gestão mais ampla, a totalidade de recursos do SUS direcionadas para Cachoeirinha viriam para o Fundo Municipal da Saúde sem a necessidade de o Estado se envolver. As decisões também passam a ser municipais sem depender de negociações com o Governo do Estado e, dependendo da demanda e do volume de recursos disponíveis, novos serviços poderiam ser oferecidos na cidade, como traumatologia, hoje acessível apenas em Viamão.
O segundo tema tratará do sistema viário de Cachoeirinha. Para alguns, diversas vias já estão em colapso por não darem fluidez ao trânsito em horários de pico. A cidade não conta com perimetrais e alguns pontos acabam tendo longas filas. É o caso do acesso à Papa João XXIII pela Flores da Cunha no recuo de pista. Uma elevada poderia ser uma solução. Além disso, com a construção das alças de acesso à free way, a lentidão para entrar na cidade pela ponte poderá apenas se transferir de local.
Já o terceiro tema é o transporte coletivo. O contrato de concessão do transporte coletivo é de 10 anos e vence no segundo semestre do ano que vem. O próximo prefeito poderá renová-lo ou abrir nova licitação. O contrato atual apresenta um problema: a empresa foi contratada com base em números irreais de passageiros e montou uma estrutura com base nestes dados. Nos últimos anos e com a pandemia, o número de passageiros caiu ainda mais. Isto se reflete diretamente na planilha de custos e na passagem. Os candidatos foram questionados sobre como pretendem tratar esta questão.





