Câmara vai exigir carteira de vacinação ou PCR; prefeitura, não - oreporter.net - Notícias de Cachoeirinha e Gravataí
Inicia às 16 horas - Foto: Roque Lopes/arquivo

Câmara vai exigir carteira de vacinação ou PCR; prefeitura, não

Medidas entram em vigor na segunda-feira (30) e horário de expediente foi ampliado em duas horas

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Cachoeirinha – A Câmara de Vereadores de Cachoeirinha vai passar a exigir, a partir da próxima segunda-feira (30), que servidores, cargos em comissão e estagiários apresentem a carteira de vacinação para poderem trabalhar. A exigência é de que pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19 tenha sido aplicada. Quem não tiver sido imunizado deverá apresentar a cada 15 dias o teste PCR.

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As medidas foram publicadas no Diário Oficial do Legislativo nesta sexta-feira (27). A resolução 29/2021 mantém o sistema de rodízio entre os servidores de modo que cada setor, incluindo gabinetes dos vereadores, tenham sempre pelo menos uma pessoa. Além disso, o expediente foi ampliado em duas horas. Agora não vai encerrar mais ao meio-dia e sim às 14 horas.

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As alterações foram uma sugestão do vereador David Almansa feitas há duas Sessões. Na última, ele reforçou o pedido tendo em vista que Cachoeirinha tinha entrado na última faixa de imunização da população adulta, ou seja, acima de 18 anos.

O parlamentar ainda havia solicitado a retomada do expediente normal do Legislativo argumentando que o meio expediente vinha causando dificuldades para o desenvolvimento de trabalhos, pelo menos em seu gabinete.

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Na Câmara, seguem valendo as regras de proibição de acesso do cidadão às Sessões Plenárias. Enquanto o Plenário segue em reforma, elas estão sendo realizadas no Plenarinho, onde o espaço é restrito e favorece aglomerações. As Sessões, contudo, podem ser acompanhadas pela internet. Já reuniões de Frentes Parlamentares e Audiências Públicas, entre outras atividades, passarão pelo crivo da Mesa Diretora para serem autorizadas ou não.

Já a Prefeitura de Cachoeirinha não seguirá a medida de exigir a comprovação de vacinação ou teste PCR como adotado pela Câmara e outras prefeituras pelo Brasil. O prefeito Miki Breier, por intermédio da assessoria de imprensa, disse à reportagem que não fará a exigência.

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