Cachoeirinha gera 526 empregos formais no primeiro trimestre, mas comércio perde vagas
O Comércio foi o único segmento com resultado negativo no trimestre, fechando 33 postos de trabalho

Cachoeirinha – Cachoeirinha fechou o primeiro trimestre de 2026 com saldo positivo de 526 empregos com carteira assinada, conforme dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre janeiro e março, o município registrou 7.203 admissões e 6.677 desligamentos. Os dados de abril ainda não estão disponíveis
O setor de Serviços liderou a geração de vagas no período, com saldo positivo de 239 empregos formais. Na sequência aparece a Indústria, responsável pela criação de 226 postos de trabalho, seguida pela Construção Civil, com 94 vagas abertas.
O Comércio foi o único segmento com resultado negativo no trimestre, fechando 33 postos de trabalho. Os dados apontam ainda que Cachoeirinha alcançou estoque de 42.042 empregos formais ativos ao final de março. O tempo médio de permanência no emprego entre trabalhadores desligados foi de 14,1 meses.
Homens lideram geração de vagas
Na divisão por gênero, os homens tiveram saldo positivo de 330 empregos, enquanto as mulheres registraram 240 vagas formais no período.
Jovens e trabalhadores de meia-idade concentram contratações
A faixa etária de 18 a 24 anos apresentou o melhor desempenho, com saldo positivo de 257 empregos. Também se destacaram trabalhadores de até 17 anos, com 165 vagas, e pessoas entre 40 e 49 anos, com saldo de 90 postos.
A faixa de 30 a 39 anos registrou saldo positivo de 64 vagas, enquanto trabalhadores de 25 a 29 anos tiveram resultado praticamente estável, com saldo de 2 empregos.
Já a população entre 50 e 64 anos apresentou saldo negativo de 12 vagas. Entre trabalhadores com 65 anos ou mais, o saldo foi positivo em 4 postos.
Ensino médio completo lidera admissões
Em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo concentraram o maior saldo positivo, com 264 vagas geradas. Também tiveram desempenho positivo pessoas com ensino fundamental completo, com 191 empregos, médio incompleto, com 128, e ensino superior completo, com 60 vagas.
Por outro lado, trabalhadores com ensino superior incompleto tiveram saldo negativo de 57 postos. O grupo com ensino fundamental incompleto fechou o trimestre com saldo negativo de 11 vagas, enquanto analfabetos registraram saldo negativo de 5 empregos.




