Acordo não sai é greve no transporte metropolitano continua
A categoria decidiu seguir com a greve que foi deflagrada desde meia-noite desta quinta-feira (29), nas cidades de Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada, Canoas, Nova Santa Rita e Glorinha
Os rodoviários do transporte público metropolitano não chegaram a um acordo durante a mediação realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4) na tarde desta quinta-feira (29). Diante disso, a categoria decidiu prosseguir com a greve, que teve início à meia-noite desta quinta-feira, nas cidades de Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada, Canoas, Nova Santa Rita e Glorinha.
O motivo da paralisação, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários Intermunicipais da Região Metropolitana (Sindimetropolitano), é a proposta de reajuste salarial de 4,5%, dividida em duas parcelas de 2,25%, que foi rejeitada pelos trabalhadores em assembleia.
Durante a mediação conduzida pelo TRT4, os trabalhadores também rejeitaram a nova proposta de aumento salarial de 6%, que estava vinculada ao aumento da tarifa. Com isso, a greve continua sem previsão de término.
O Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários no Estado do Rio Grande do Sul (Setergs) ressaltou que vem alertando há meses sobre a defasagem tarifária e que a proposta apresentada é o que a realidade permite, considerando a situação enfrentada pelas empresas de transporte metropolitano. Apesar dos contatos frequentes com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur) e a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), não houve avanço nas negociações.
Por determinação do TRT4, durante os horários de pico, das 5h30min às 9h e das 16h30min às 19h, deve ser mantido o funcionamento de 50% dos serviços. Nos demais horários, a exigência é de que pelo menos 30% dos serviços sejam mantidos em operação.
*Esse texto foi revisado com ajuda de inteligência artificial








